Verdades incômodas sobre o futuro da economia brasileira

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Market Makers

Thiago Salomão recebe Mansueto Almeida (economista-chefe do BTG Pactual) e Samuel Pessôa (pesquisador macro do BTG Pactual) para encarar a pergunta que ninguém quer responder em ano eleitoral: por que o Brasil convive com juros tão altos e um fiscal tão frágil? No papo, eles conectam a Selic alta, o juro longo do Tesouro, a dívida pública crescendo, e o peso do déficit nominal no preço do dinheiro. Mansueto mostra como o Brasil sai de um cenário de dívida perto de 50% do PIB para uma trajetória bem mais pesada, e explica por que a conta não fecha com despesa obrigatória dominando o orçamento. Samuel vai no ponto mais “careta” e mais incômodo: o juro sobe porque a economia roda com excesso de demanda sobre oferta, com produtividade fraca e regras que empurram gasto e consumo para cima. Eles debatem salário mínimo, indexações, arcabouço fiscal, o que pode acontecer em 2026 e por que o verdadeiro teste chega em 2027 (com o plano fiscal do próximo governo). No final, o episódio também passeia por temas globais que mexem com Brasil: Estados Unidos, dólar, tarifas, institucionalidade e IA, além de um olhar mais longo sobre produtividade, educação, demografia e crescimento. Você acha que o Brasil consegue encarar o ajuste fiscal em 2027 — ou vai empurrar com a barriga e pagar com juros ainda mais altos?

Link da publicação: https://www.youtube.com/watch?v=F1gj4Uz3r8o

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